Câmara mantém salário de R$ 25 mil para Edivaldo Júnior

O prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), vai receber o mesmo subsídio do atual prefeito João Castelo (PSDB): R$ 25 mil. A decisão foi tomada, nesta quarta-feira (19), durante a aprovação do projeto de lei 194/12, de autoria do Poder Executivo.

De acordo com o presidente Isaías Pereirinha (PSL), a fixação dos salários, mesmo sem reajuste, se faz necessária devido à troca de legislatura. Além do prefeito, foram mantidos os mesmos subsídios para vice-prefeito R$ 14 mil e 500, dos secretários municipais R$12 mil e 500 e subsecretários e presidentes de fundação R$ 9 mil.

No caso dos reajustes no subsídio dos vereadores, a remuneração pode variar entre 20% e 75% do que recebe um deputado estadual . Esse percentual é calculado de acordo com a população de cada município. Como um deputado estadual recebe hoje R$ 20 mil (*), os vereadores podem ganhar entre R$ 4 mil e R$ 15 mil (*). Atualmente os salários vereadores de São Luís é de pouco mais de R$ 9 mil, com o aumento, pode chegar à R$ 14 mil (*).

(*) subsídio bruto sem verbas indenizatórias.

 

(Por Isaías Rocha)

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Nove quilos mais magra, Jaque Khury posa de biquíni e anuncia casamento

 

Jaque Khury vive uma nova fase. Em entrevista a QUEM, a ex-panicat contou que perdeu 9 quilos e vem mudando radicalmente o corpo. “Quando você malha pesado, começa a colocar as roupas e parece que está gordinha, então tem que andar com tudo sempre muito acinturado, não é qualquer roupa que fica bem, e eu quis emagrecer”, explicou.

As mudanças na vida de Jaque, no entanto, não se resumem ao corpo. Durante as fotos para esta matéria, a ex-panicat contou que vai se casar no próximo ano com o produtor de cinema Rafael Mello, para quem fez uma tatuagem no braço – um coração alado com o nome do rapaz.

Animada, Jaque, que lançou uma linha de biquínis e em breve assinará outra de moda jeans, contou ainda que quer filhos em breve e falou com franqueza sobre o hábito de usar botox no rosto, normalmente ocultado pelas famosas. “Acho uma maravilha”. Veja abaixo os melhores trechos da entrevista:

QUEM: Como foi que você modificou seu corpo e perdeu esses 9 quilos?
Jaque Khury:
O que mudou meu corpo foi o conjunto alimentação mais treino. Parei de puxar tanto ferro, então a parte de cima diminuiu bastante, mas quero diminuir muito mais, ficar com o braço fino. Tem um ano que eu não pego peso para a parte de cima do corpo. Só faço exercício funcional. Malho de três a quatro vezes por semana, o que não é muito, durante quarenta minutos, uma hora. Agora estou com treino novo, com personal, ele está me passando um treino com menos carga e muita repetição. É bem diferente do que eu já fiz. Na verdade eu não trabalho mais com peso, só queima de gordura, batimento cardíaco alto e focar para não ficar grande.

QUEM: E a alimentação?
J.K.:
Eu não faço muito coisa, não. Quando acho que estou acima do peso, faço dois ou três dias de dieta pesada, corto ou diminuo o carboidrato. Eu como normal, muito frango grelhado, salada, arroz integral. Dou minhas escapadas, por isso que eu como essas coisas, que é para poder comer chocolate às vezes, pão de queijo, eu desfruto dos prazeres da vida. Sou meio desesperada, o verão está aí e eu tenho que chegar nos 60 quilos, estou com 61 quilos. Cheguei a pesar 70 quilos em janeiro, perdi 9 quilos, mas eu acho que continuo grande. Continuo com bastante corpo, bastante bunda. Quero diminuir mais.

QUEM: Porquê resolveu mudar o corpo depois de tanto esforço para conquistá-lo?
J. K.:
Então, é porque enjoa, sabe? Eu gosto de mudar de visual, de cabelo, de tudo. É um problema de conforto. Eu era bem magra e pensava: “ah, eu quero ficar saradona, grandona”. Aí fiquei três anos malhando pesado, pegando peso, tomando suplemento, comendo para caramba. Aí esse ano enjoei, pensei: “não quero mais”. Estava tudo muito grande, então eu decidi tentar voltar ao corpo que eu estava, mas é um pouco difícil quando você ganha, tentar voltar ao que era antes. Talvez eu não volte muito, porque a coxa que eu ganhei, por exemplo, é muito difícil perder, mas o resto acho que vai dar.

Fonte:EGO

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Gurgel diz que pedirá nesta semana prisão imediata de condenados

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta quarta-feira (19) que deve pedir “ainda nesta semana” ao STF (Supremo Tribunal Federal) a prisão imediata dos condenados na ação penal do mensalão.

 O tribunal tem sua última sessão conjunta do ano nesta quarta e, no recesso, os pedidos são analisados monocraticamente pelo presidente da Corte, Joaquim Barbosa. Segundo as defesas dos condenados, Barbosa teria grandes chances de atender ao pedido de prisão do Ministério Público.

Advogados de defesa entraram com petições na terça-feira (18) para que a decisão seja tomada pelo plenário do tribunal na sessão desta quarta ou a partir de fevereiro, quando o STF retorna do recesso.

Segundo Gurgel, que retirou o pedido na segunda-feira para fazer “um estudo mais aprofundado”, as prisões deveriam acontecer antes dos embargos.

— A grande urgência que existe é de dar efetividade à decisão do Supremo. Esse esforço magnífico que foi feito pelo Supremo no sentido de prestigiar de forma importantíssima os valores republicanos não pode agora ser relegado aos porões da ineficiência […] Não podemos ficar aguardando a sucessão de embargos declaratórios, haverá certamente a tentativa dos incabíveis embargos infringentes… E o certo é que o tempo irá passando sem que a decisão tenha a necessária efetividade.

Fonte:R7

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Fifa diz que Corinthians e Barcelona são únicos bicampeões mundiais

Com a conquista do Corinthians no último domingo (16), quando o clube derrotou o Chelsea se sagrou campeão do Mundial de Clubes, a equipe paulista se tornou bicampeã mundial e, segundo a Fifa, se juntou ao Barcelona como os únicos a conseguirem tal proeza.

Desde que criou o Mundial de Clubes, em 2000, a Fifa desconsidera os títulos da Taça Intercontinental como títulos mundiais, justificando que a antiga disputa era apenas um troféu entre os campeões de dois continentes, no caso a Europa e a América do Sul.

Sendo assim, considerando apenas o Mundial de Clubes, apenas Corinthians (2000 e 2012) e Barcelona (2009 e 2011) possuem dois títulos mundiais. Os outros vencedores são o São Paulo (2005), Internacional (2006), Milan (2007), Manchester United (2008) e Inter de Milão (2010).

Fonte:R7

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Wanessa Camargo agita evento pré-Réveillon Rio

Wanessa Camargo, Junior Lima, Latino e Jesus Luz foram alguns dos convidados para a premiação do DJ Sound Award 2012, que aconteceu na noite desta terça-feira (18), no Rio de Janeiro.

Os famosos foram as atrações especiais da comemoração de pré-Reveillon, no Barra Music, localizado no bairro da Gardênia Azul, na Zona Oeste da Cidade Maravilhosa.

Com um look dourado e cabelos cacheados, Wanessa agitou o público com sua apresentação. No palco, a cantora mostrou sua performance, dançou e cantou. Outra atração da noite foi Junior Lima, que se apresentou com sua banda e também animou a platéia.

O cantor Latino marcou presença acompanhado da namorada, a modelo Rayanne Morais.

Fonte:ofuxico

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Após polêmica, Thiaguinho pede desculpa ao torcedor palmeirense

 

A festa pelo título mundial do Corinthians tinha tudo para ser inesquecível para o cantor Thiaguinho. Depois de ser homenageado pelos jogadores logo após o término da partida contra o Chelsea – os alvinegros cantaram a música “A Amizade é tudo” no gramado do Estádio Internacional de Yokohama – e comandar a festa do trio elétrico na recepção no time em São Paulo, um fato isolado deixou o cantor bastante chateado.

Contagiado pela empolgação da Fiel pelas ruas de São Paulo, Thiaguinho entrou no clima da arquibancada e puxou coro de provocação aos palmeirenses. O fato gerou revolta entre os torcedores rivais, que fizeram forte campanha em redes sociais contra o cantor. Na manhã desta quarta-feira, o músico pediu desculpas aos alviverdes.

– Às vezes, no calor da emoção, acabamos nos esquecendo que somos formadores de opinião. Temos de tomar muito cuidado com o que falamos. A torcida estava gritando músicas que geralmente cantamos no estádio, coisas que todo torcedor faz por causa dessa rivalidade. Aí acabei me excedendo, foi um erro, uma bobagem – disse o cantor, ao GLOBOESPORTE.COM.

Temos vários exemplos de confusão nos estádios por causa disso. Não imaginei que tudo fosse cair em cima de mim até porque toda a torcida estava fazendo – completou.

Ao ser questionado sobre qual mensagem gostaria de mandar ao torcedor palmeirense, Thiaguinho foi direto: “Perdão”. O músico reconheceu que a provocação foi desnecessária na festa de comemoração do segundo título mundial do Corinthians.

– O artista Thiaguinho não tem nada a ver com a pessoa Thiago, que é torcedora assim como qualquer um. Cada um tem seu time. Mas o que fizemos não foi legal não, de querer atingir um outro time no momento da nossa vitória. Fica a lição e serve de exemplo para que a gente comemore só a nossa conquista para evitar esses desgates que não são legais – afirmou.

Fonte:G1

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Mensalão mostra que autoridades podem ser condenadas e gera polêmica

O julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, encerrado na segunda-feira (17) após 53 sessões, deixa uma lição simbólica de que é possível a condenação de políticos, banqueiros e altos executivos, mas também a dúvida sobre a influência política nas decisões dos ministros da mais alta corte do País.

 Durante quatro meses e meio, o plenário do STF julgou exclusivamente a ação penal, a mais longa de sua história, que condenou 25 dos 37 réus julgados pelo que a corte concluiu ser um esquema de compra de apoio político no Congresso no início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-ministro do STF Francisco Rezek, vê mudanças na ação do tribunal, mas rejeita a tese de que o julgamento foi tendencioso.

— Estamos a ver o Supremo agindo com rigor e aplicando a lei como a sociedade deseja. No passado, a condescendência era a regra, o deixa disso era a regra.

Os ministros condenaram o operador do mensalão, o empresário Marcos Valério, a uma pena de 40 anos de prisão, e também José Dirceu, ex-ministro e homem forte do início do governo Lula, a 10 anos de prisão. Três deputados também foram condenados, entre eles o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP).

Para o doutor em direito penal e fundador da rede de ensino LFG, Luiz Flávio Gomes, “houve um rigor fora da normalidade”, com penas altas e exemplares a muitos dos réus, que irá irradiar em outras cortes do País.

— Um exemplo é ver que Carlinhos Cachoeira foi condenado a 39 anos. O colarinho branco vai começar a ter penas altas.

O jurista e ex-diretor da Faculdade de Direito da USP Dalmo Dallari discorda da tese de que os efeitos moralizadores irão repercutir em outras instâncias da Justiça.

Segundo ele, a fragilidade das decisões no caso do mensalão e o que acredita ser condenações sem provas não deixarão juízes “à vontade” para seguir o STF.

— Fica muito evidenciado para mim que há fatores não jurídicos na atuação de alguns ministros do STF.

Dallari, que tem ligações históricas com o PT. Para ele, a forma de avaliar as provas foi “altamente questionável” e as decisões não se mostram inteiramente jurídicas.

— O Supremo Tribunal se afastou do princípio de guarda da Constituição.

Críticos da atuação dos ministros citam “coincidências”, como a votação, às vésperas do primeiro turno das eleições municipais, do núcleo político do esquema e da decisão sobre a existência ou não de compra de apoio político no Congresso. A exposição negativa dos nomes simbólicos do PT, no entanto, não funcionou como trunfo eleitoral para a oposição.

Gomes, da LFG, acredita que uma postura política do tribunal era “inevitável”.

— O Supremo é um órgão eminentemente político e, neste caso, eles foram mais políticos.

Segundo ele, houve também exageros, como as tentativas de fazer uma lei mais rígida retroagir para ser aplicada aos réus, além de falas durante os votos que foram “momentos de abusos patentes” frente às câmeras da TV Justiça.

Exemplos foram as frases de Marco Aurélio Mello, ao citar a formação de uma “quadrilha de 13”, que seria um número “sintomático” — 13 é a legenda do PT — ou a fala de Ayres Britto de que o mensalão foi “um golpe” na democracia.

Os ministros mais atacados pelos excessos condenatórios por simpatizantes do PT e mesmo por especialistas foram o relator e hoje presidente da corte, Joaquim Barbosa, e Luiz Fux.

Até mesmo o decano Celso de Mello foi mais de uma vez confrontado com o que seria uma revisão em suas posições tanto no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, de 1994, quanto na defesa de que o STF pode determinar perda de mandato dos deputados.

Do outro lado, os ministros Ricardo Lewandowski, revisor da ação, e Dias Toffoli foram atacados por estabelecerem penas mais baixas, que poderiam levar à prescrição.

Toffoli, também atacado por ter trabalhado com um dos réus, José Dirceu, e ter ocupado o cargo de advogado-geral da União no governo Lula, chegou a criticar a dureza das penas aplicadas e defendeu penas alternativas, afirmando que tratava-se de “pessoas que não são violentas”.

Naquela que foi talvez a mais alegórica das inúmeras trocas de farpas públicas entre revisor e relator, Barbosa acusou Lewandowski de “advogar” para as defesas e, em troca, ouviu do colega que ele faria “parte da promotoria”.

Caso Collor

Para os especialistas e até mesmo ministros do Supremo, a ação penal do mensalão mostrou que a corte mudou desde a década de 1990, quando ocorreu outro julgamento histórico no tribunal, a ação penal que absolveu o ex-presidente Collor.

“Como poderia um tribunal não mudar em 20 anos, se os anseios da sociedade mudam?”, questionou à Reuters o presidente do STF, Joaquim Barbosa.

Rezek — que fazia parte do tribunal à época do julgamento de Collor, mas se declarou impedido de votar por ter sido chanceler do ex-presidente — acredita que “o Supremo realmente mudou, ele se tornou mais severo, mais frio na aplicação da lei”.

— Mas acima de tudo, o caso Collor era completamente diferente na natureza dos fatos. Não se mostrou nenhuma contraprestação do presidente Fernando Collor.

O decano do STF, que votou à época pela absolvição de Collor e foi bastante duro nas penas do mensalão, rebate a tese de que houve revisão da jurisprudência do tribunal desde aquele caso.

Segundo Celso de Mello, a denúncia atribuiu a acusação de corrupção passiva ao ex-presidente mas não indicou qual o ato de sua competência ele teria feito ou deixado de fazer para receber a vantagem indevida.

— O MP dizia no Caso Collor que aquele Fiat Elba, aquela vantagem indevida, foi oferecida ao ex-presidente para que praticasse tal e qual ato de sua própria competência ou se abstivesse de praticar. O MP não fez isso na denúncia.

O ministro afirmou que a absolvição não foi por falta de provas, mas pela não indicação do chamado ato de ofício.

— Neste caso [mensalão], o Ministério Público, ao formular a ação penal, fez indicação do ato de ofício, que consistiu na promessa de vantagem feita em razão da votação parlamentar.

Segundo Gomes, o STF precisa cuidar para não cair em exageros ainda maiores, como o de determinar a prisão dos condenados antes do trânsito em julgado — que pode levar mais de um ano para ocorrer.

— O Supremo nunca fez isso com ninguém, seria exagero.

O pedido de prisão imediata, feito nas considerações finais da denúncia e reiterado ao longo do julgamento, foi retirado na última sessão pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, quando o decano pediu que o tema entrasse na pauta.

Alegando querer fundamentar melhor o texto, disse que o apresentaria ao final do julgamento.

Há o temor entre as defesas, entretanto, que o pedido seja feito durante o recesso do Judiciário, que se inicia na quinta, e a decisão acabe sendo tomada de maneira monocrática pelo presidente.

Fonte:R7

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Vereador pede criação de Secretaria de Regularização Fundiária

O vereador Francisco Chaguinhas (PRP) apresentou nessa segunda-feira (17), um requerimento a título de sugestão, solicitando ao prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), a criação da Secretaria Municipal de Regularização Fundiária (SEMURF) com a finalidade de trabalhar a titularidade de milhares de domicílios no município.

 

Segundo o vereador, a ideia de ser criar esta secretaria, na verdade, partiu dos proprietários de imóveis que buscam fazer o uso de linhas de créditos rentáveis, ofertadas pelas instituições financeiras, nos itens de construção, ampliação e reforma.

 

“A regularização em São Luís pode facilitar a vida das pessoas para conseguir, inclusive, financiamentos para reforma e ampliação das casas. Esperamos que o futuro prefeito tenha mais agilidade com a questão, pois nos últimos todos os gestores que estiveram à frente da Prefeitura negligenciaram a questão da regularização fundiária na capital”, comentou o líder do PRP na Câmara.

 

Chaguinhas lembra que  a criação da Secretaria de Regularização Fundiária, não pode ficar em segundo plano, e caso não seja criada, deve ser vinculada à pasta de Habitação. “Espero que o prefeito cumpra o compromisso de implantar na Secretaria ou pelo menos um departamento especifico para resolver essas questões”, declarou.

 

Em aparte, a vereadora Rose Sales (PCdoB), elogiou a proposta e disse que essa tem sido uma luta constante do seu mandato. “Está na hora de convidar os envolvidos para saber se realmente está sendo feito algo para amenizar essa situação. O tema em questão sempre foi uma bandeira de luta defendida durantes os quatro anos de mandato nesta Casa”, informou Rose.

 

O vereador Francisco Carvalho (PSL), também manifestou seu apoio alegando ser necessário cobrar ações mais concretas a fim de que os resultados sejam eficazes.

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“Vou honrar cada compromisso”, declara Edivaldo durante diplomação

O prefeito eleito de São Luís, Edvaldo Holanda Jr(PTC), e seu vice, Roberto Rocha (PSB), receberam no fim da tarde desta terça-feira (18) os diplomas que atestam a vitória nas urnas e o mandato de quatro anos. Os documentos foram assinados pela presidente do TRE-MA (Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão), a desembargadora Anildes Cruz.

“Nenhuma outra eleição ocorreu entre nós com igual emoção  e com tamanho sentimento de esperança. Crianças, jovens, homens e mulheresprotagonizaram um espetáculo inesquecível, que deixou marcas em minha vida!”, disse Edivaldo Júnior durante seu discurso. “Foram importantes momentos da campanha que culminou em nossa vitória”.

O petecista voltou a defender as propostas de campanha afirmando que vai honrar com cada compromisso. Entre os principais objetivos estabelecidos por Edivaldo Holanda Júnior está o combate à corrupção que, segundo o prefeito eleito, deixa marcas sociais de abandono da cidade e da população, que são deixados de lado no planejamento de políticas públicas em favor de interesses pessoais.

“Esta não pode ser uma luta solitária do prefeito eleito. Eu preciso do apoio de todos vocês, e neste particular, os senhores vereadores, a ‘boa’ imprensa ou imprensa livre, têm um importante papel,” declarou Edivaldo, convidando ainda movimentos sociais, igreja, sociedade civil organizada e forças políticas para participar ativamente do projeto de mudança que implantará em São Luís a partir de 1º de janeiro de 2013.

O futuro prefeito de São Luís enfatizou ainda que a equipe que está sendo montando não economizará esforços pelo melhor, pela excelência, nos resultados e nos cumprimentos de metas que favoreçam a mudança positiva reclamada no sentimento de cada um dos ludovicenses.

Além do prefeito Edivaldo Jr., e o vice-prefeito, Roberto Rocha, foram diplomados ainda, os 31 vereadores e 24 suplentes (dois por coligação-partido).

Josué Pinheiro (PSDC), vereador reeleito e o mais votados entre os que conquistaram mandato para a próxima legislatura, falou em nome dos colegas de parlamento presentes e também frisou a importância do combate à corrupção. “A sociedade clama por moralidade, pela ficha limpa no Poder Público e pelo fim da corrupção. Este é um desafio que enfrentaremos,” afirmou.

A solenidade de diplomação dos eleitos foi realizada no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana e foi presidida pelo juiz Jamil Aguiar da Silva.

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João Alberto indica nome para equipe de Edivaldo Holanda Jr

 

Afastado de cargos públicos no âmbito municipal há um bom tempo, o PMDB voltará a ocupar espaços na administração de São Luís, a partir do próximo ano.

De acordo com informações obtidas pelo BLOG DO UDES FILHO, no mandato do prefeito eleito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), que assume o Palácio de La Ravardière, sede da prefeitura, no dia 1º de janeiro, o PMDB comandará a Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (Semsa).

O nome indicado para assumir a vaga, que hoje é ocupada pelo radialista Franklin Matos, foi o da empresária Fátima Moraes, mãe do jornalista Gildo Moraes, secretário extraordinária de Projetos Especiais. A indicação de Fátima para compor a equipe de Edivaldo Holanda Júnior seria do próprio senador João Alberto, que no último fim de semana foi reeleito para a presidência do Diretório Estadual do PMDB no Maranhão.

APROXIMAÇÃO
A presença do PMDB na administração de Edivaldo Holanda Júnior representa a aproximação do grupo Sarney com o prefeito eleito.

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